sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Angélica entrevista a modelo Gisele Bündchen.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Lottie Moss, irmã de Kate Moss, tenta carreira de modelo
O sobrenome é o mesmo. O olhar, bem parecido, e a (pequena) estrutura corporal também. Depois de conquistar a mídia como dama de honra no casamento de sua irmã mais velha, Lottie Moss agora parece estar seguindo os passos de sua big sister, a supermodelo Kate Moss.
Seu primeiro ensaio propriamente dito, fotografado por Andrea Carter Bowman, acaba de cair na rede e, no que depender dele, a gente ainda vai ver muito desse rostinho estampando as principais revistas de moda. Veja as fotos abaixo:
domingo, 16 de outubro de 2011
De Frente com a modelo Lea T.
No De Frente Com Gabi de 02 de outubro, Marília Gabriela entrevistou uma das modelos mais bem pagas do mundo, a transexual Lea T.
Nascida Leandro Cerezo, ela é uma pessoa culta, letrada, formada em artes em Florença e quase formada em veterinária em Milão. Lea foi descoberta pelo diretor de arte da Maison Givenchy e hoje faz estrondoso sucesso nas passarelas do Brasil e do mundo, chegando ao programa para falar de sua vida, suas dúvidas e certezas, seus desejos para o futuro e até sobre a polêmica cirurgia de mudança de sexo que pretende realizar.
Confira abaixo as melhores frases da entrevista:
• Eu não sou vaidosa. Conservei esse lado moleque.
• Ele é uma das pessoas que mais amo na vida, mas é meu irmão. (sobre o suposto namoro com Riccardo Tisci, estilista da grife Givenchy)
• Comecei a notar uma diferença em mim com 13 anos.
• Minha mãe fala que desde pequeno eu rebolava muito.
• A melhor descrição para como eu me sinto é tentar colocar os sapatos invertidos e andar com eles assim o dia todo.
• Seu corpo não se encaixa com a sua alma. É uma angústia.
• Eu achava que eu era gay, mas ser gay é algo mais sexual. A transexualidade é um gosto. Eu posso ser lésbica e ser transexual.
• Eu sofro bullying todo dia.
• O gay sofre muita discriminação, mas a transexual é mais.
• Infelizmente a transexualidade é rejeitada em todos os lugares do mundo.
• Somos o lixo do mundo.
• A moda não tem coração, a moda joga pesado.
• O maior turismo na Tailândia é o sexual, em busca das transexuais.
• Não fica igual, fica parecido. Homem não percebe. (sobre a cirurgia de mudança de sexo)
• Ser transexual não é gostoso. Sofremos bullying seja quando mostramos os documentos, seja quando escutam a nossa voz, para arrumar empregos...
• Tenho que usar uma calcinha bem apertada por baixo do biquini e colocar “ele” para trás. (durante os desfiles)
• Há 5 anos brigo abertamente com meu corpo.
• Tem dias que você se odeia e pergunta por que Deus fez isso com você.
• Quando posei nua para a Vogue Paris fiz um trabalho antes com a psiquiatra.
• Não sou uma beleza que atrai os homens.
• Quem gosta de transexual é hetero, normalmente casado.
• Eles ainda preferem a travesti do que a transexual, pela curiosidade de ter homem e mulher em um só corpo.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Governo quer suspender comercial de lingerie com Gisele Bündchen
Vídeos mostram a modelo usando a sensualidade para resolver problemas.
Fábio Amato Do G1, em Brasília
Propaganda da marca de lingeries Hope, com
Gisele Bündchen (Foto: Reprodução)
A Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) da Presidência da República enviou nesta terça-feira (27) um ofício ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) pedindo a suspensão de uma campanha da fabricante de roupas íntimas Hope, estrelada pela modelo Gisele Bündchen.
O vídeo pode ser visto no Youtube.
Procurado pelo G1, o Conar informou que ainda não recebeu a denúncia por parte da Secretaria, tampouco reclamações vindas de outros consumidores.
Os vídeos da campanha, chamada “Hope Ensina”, mostram a modelo contando ao marido que bateu seu carro e estourou o limite do cartão de crédito. Primeiro, Gisele revela os problemas vestida com roupa e, na sequência, apenas de lingerie. A propaganda diz que a primeira maneira é errada e, a segunda, a correta. E incentiva as brasileiras a usar seu charme.
“‘Hope ensina’ é a campanha da empresa que ‘ensina’ como a sensualidade pode deixar qualquer homem ‘derretido’. Nela, a modelo Gisele Bundchen estimula as mulheres brasileiras a fazerem uso de seu 'charme' (exposição do corpo e insinuações) para amenizar possíveis reações de seus companheiros frente a incidentes do cotidiano”, diz nota divulgada pela SPM.
A secretaria afirma que sua ouvidoria recebeu seis reclamações de pessoas “indignadas” com a propaganda desde o dia 20, quando ela foi ao ar. Além do ofício ao Conar, a SPM também enviou documento ao diretor da Hope Lingerie, Sylvio Korytowski, “manifestando repúdio à campanha.”
“A propaganda promove o reforço do estereótipo equivocado da mulher como objeto sexual de seu marido e ignora os grandes avanços que temos alcançado para desconstruir práticas e pensamentos sexistas. Também apresenta conteúdo discriminatório contra a mulher, infringindo os artigos 1° e 5° da Constituição Federal”, completa a nota da SPM.
O Conar, por meio de sua assessoria de imprensa, disse que poderá dar uma resposta sobre o ofício da SPM somente no início da tarde.
Hope
Por meio de nota, a Hope disse que a propaganda teve o objetivo de mostrar, de forma bem-humorada, que a sensualidade natural da mulher brasileira pode ser uma arma eficaz no momento de dar uma má notícia e que, utilizando uma lingerie Hope, seu poder de convencimento seria ainda maior.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Editoriais: Doc Martens F/W 11 by Gavin Weston
Ash Stymest e Agyness Deyn para Doc Martens. Adorei!
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Gisele Bündchen leiloará vestidos que usou em editorial
Segundo “O Dia”, renda será integralmente revertida para projetos sociais de cunho ambiental
QUEM Online; Foto: Divulgação
De acordo com a publicação, a übertop vai leiloar oito vestidos que usou num editorial de moda da ‘Vogue Brasil’ de julho, com cliques do fotógrafo Patrick Demarchelier. Os modelitos são interpretações de estilistas contemporâneos sobre peças de designers brasileiros do passado.
Os lances, abertos a todo o País, estarão disponíveis entre os dias 12 e 18, no site ‘Sold’ (www.sold.com.br). A renda será integralmente revertida para projetos sociais de cunho ambiental amadrinhados por Gisele, recém-nomeada embaixadora da ONU.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Zombie Boy e Andrej Pejic em cena para Aüslander.
O casal das fotos é ícone das mais recentes (r)evoluções da moda. O ultratatuado Rick Genest, aka Zombie Boy, tornou-se queridinho de Lady Gaga e Nicola Formichetti, para a grife francesa Mugler. Já o andrógino Andrej Pejic tem frequentado as passarelas de Jean Paul Gaultier. Ambos marcando perfis singulares em imagens ousadas, caso da campanha da Aüslander para o verão 2012. A dupla desembarcou por aqui na última temporada e foi destaque no desfile que rolou no Fashion Rio, traduzindo a Geração Y na nova coleção da marca.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Da fazenda para a passarela: Colleen Miner, a texana natureba
Do Texas para o mundo ©Reprodução
Colleen Miner é um nome para ficar de olho. Texana, sardenta e um pouco dentucinha, Colleen, aos 21 anos, tem o rosto e o mood que mais tem feito sucesso no ramo das modelos, um tanto duro e não convencional (lembra da londrina Billie Turnbull, a “punk cor de rosa” de que já falamos aqui no FFW?). Recém contratada pela agência Elite e novata em Nova York, a modelo está pegando o jeito da profissão. “Todo mundo de fora da indústria da moda tem essas noções preconcebidas sobre como é a vida de modelo. Eles não sabem que você tem que estar à disposição de todo mundo, que você trabalha longas horas e que você não recebe um salário fixo a cada duas semanas. Mas ultimamente, tem realmente valido a pena”, contou ela ao “WWD”. Confira abaixo mais sobre essa modelo que largou a faculdade, gostaria de ser agricultora e é do tipo “natureba”.
Sotaque:
“Austin é o único lugar no Texas que não se parece com o Texas. Se você sai de Austin por cerca de uma hora, é rural, Texas de verdade. Mas em Austin, a maioria das pessoas não fala lentamente e não é muito cowboy. Austin é mais estranha e eclética – definitivamente é uma bolha hippie dentro do Texas. Engraçado que, na minha primeira vez em Nova York em agosto passado, eu fui a um show no Brooklin, no East River, e realmente parecia com Austin. Quem saberia que eu poderia encontrar o Texas em Nova York?”
Morar em Nova York:
“Eu peguei um lugar em Williamsburg, então estou bastante animada com isso. Estou morando em um apartamento de modelos na 38th Street. Cabem oito [garotas] mas é flutuante. Serão três garotas numa semana, cinco na outra. Cultura de modelo é uma coisa; você nunca sabe quanto tempo você vai ficar em um lugar. Eu estava no telefone com minha mãe e tipo, “Eu estou vivendo com essa garota que está indo para a Alemanha semana que vem e essa outra que esta voltando de Tóquio amanhã e uma russa acabou de chegar”. É legal. Até porque se você não se dá bem com sua companheira de quarto, não é como se você estivesse presa a ela”.
Ensaio pra revista “Yo Dona España”, de maio de 2011 ©Reprodução/Randall Bachner
Começo da carreira:
“Estudava na Universidade do Texas, em Austin, mas decidi sair depois do meu segundo ano. Simplesmente não era pra mim. Por sorte, dois meses depois de ter saído da faculdade, encontrei uma agência em Austin. E então um mês depois a Elite mandou um agente para se encontrar comigo. E uma semana depois eu estava em Nova York. Aconteceu muito rápido”.
Sobre seus interesses além da moda:
[Gosto de] Trabalhar com a terra. Eu amo trabalhar com agricultura orgânica. Se eu não fosse modelo, estaria trabalhando em uma fazenda no Texas. Meus pais sempre nos alimentaram com orgânicos. Tínhamos um jardim desde que sou pequena; somos pessoas da terra então é algo pelo qual me sinto atraída. Acho que agora, mais do que nunca, as pessoas estão ansiosas para aprender de onde sua comida e seus produtos vêm, e eu também. Eu queria ter tempo para aprender mais sobre isso. Eu fui puxada para o mundo da moda e agora é isso que eu faço em tempo integral. Isso absorve toda minha energia mas ao final do dia seria bom poder, por exemplo, ler um livro na cama.
Eu sou super nerd. [Se não estivesse trabalhando] eu iria ao Museu de História Nacional ou ao MET. Todas as coisas que eu estou vendo agora, na vida real, eu estava lendo em livros um ano atrás. Eu sentaria na seção do leste da Ásia por tipo uma hora e ficaria. Depois acho que eu faria compras. Eu sou pobre, então eu iria aos brechós do Brooklin.
Trabalhar como modelo:
Desde que estou aqui, minha percepção do tempo mudou completamente. A semana de trabalho não é de segunda à sexta – não há uma rotina. Você nunca pode fazer planos porque assim que você os fizer, alguém vai te ligar tipo às duas da tarde e dizer “você pode estar aqui agora?”. Eu vim para Nova York em agosto. Assim que assinei o contraro, literalmente, a semana de moda começou. Foi o mês mais agitado, mais esmagador que eu já tive. Senti como se tivesse perdido a cabeça, um pouco. Todo mundo ficava me tranquilizando, “Não é normalmente assim. É apenas na semana de moda”. Mas na realidade, o normal é só uma versão menor disso.
Estilistas e estilo:
Se eu tivesse um orçamento grande, eu compraria alguma coisa do Alexander Wang. Toda vez que eu vejo um sapato que alguém está usando e eu acho legal, é Alex Wang. [Definir o estilo] é uma questão difícil, para uma modelo porque nós temos uma espécie de acordo não-falado de “você tem que se vestir de uma certa maneira para seus castings”. Assim que cheguei em Nova York, eles [a agência] falaram, “Traga sua mala aqui”. Eu fiquei confusa, mas fiz. Eles vasculharam tudo e falaram “Essas são ótimas. Essas, não use nunca mais”. Em seguida, colocaram roupas juntas e tiraram fotos. E falaram “Se você não souber o que usar, use isso”. Então você vai a um casting e você está igual a todas as outras.
©Reprodução
Eles estão sempre procurando por uma “it girl”, alguém que tenha personalidade própria e seu próprio estilo, então todo mundo tenta ao máximo parecer diferente. Você vai ver garotas vestindo collants e botas militares, e você fica tipo “ahn?”. Acho que isso funciona, embora as garotas que são importantes normalmente usam as coisas mais malucas.
Eu sempre fui estranha, não estranha do tipo que usa collants, mas diferente. Tipo na escola, todo mundo falava, “Hm, o que você está vestindo?”, mas eu só adicionava pequenos detalhes. No ensino médio, eu sempre usei cintos por fora dos meus cardigãs. Agora todo mundo faz isso, mas eu me lembro de uma professora falando “O que você está fazendo?”. Quer dizer, eu gosto de silhuetas clássicas, cores clássicas. Eu tento usar apenas algodão orgânico. Eu uso muitos jeans de cintura alta. Eu já ouvi muita gente dizendo “Você se veste como se fosse do Brooklin”.
Beleza:
O hidratante fácil da Kiehl’s é matador. Eles só usam ingredientes naturais. Eu preciso do meu lip balm “Burt’s Bees” em mim o tempo todo. Eu gosto de Vitamina E para as unhas e cutículas. Ah, e água de rosas antes de colocar maquiagem. Dá um brilho radiante. Eu nunca fui muito de maquiagem, mas eu uso um hidratante-base com FPS.
Coisa mais maluca que já fez como modelo:
Há muitas coisas estranhas que uma modelo tem que fazer. Às vezes, quando você olha pra trás e tira do contexto, você fica tipo, “o que eu estava fazendo?”. Eu fiz um editorial em Sidney uma vez. Era outubro então era primavera, mas nós subimos a montanha e começou a nevar. E eu supostamente deveria usar roupas de banho. Então entre as fotos, eu me enrolava em cobertores e chapéus e botas Ugg, e assim que eles falavam “Pronta?” eu tirava tudo.
©Reprodução
Por: FFW
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Punk cor de rosa: conheça o hype por trás da modelo Billie Turnbull
Billie Turnbull ©Reprodução / “Vice”
Com seu cabelo platinado raspado, piercing no septo e (recém-removido) aparelho nos dentes, Billie Turnbull se encaixa perfeitamente nessa nova geração de modelos que não se encaixam em lugar nenhum – entre eles Lea T, Andrej Pejic e Zombie Boy, rostos improváveis que têm trazido um bem-vindo sopro de ar fresco ao mundo da moda.
Nascida e criada em Londres, a modelo de traços delicados e de visual meio punk cor de rosa tem ganhado destaque em publicações como a “i-D”, que a descreveu como “leve e delicadamente inocente, possuidora de uma qualidade confiante mas frágil, que é rara e fugaz”. Billie também caiu nas graças da “Vice”, que lhe dedicou a imagem de abertura do editorial “100th Issue, 100 Girls”, da edição comemorativa do centésimo número da revista. O bureau de pesquisa e análise de tendências Stylesight também já detectou o hype e fez um perfil da modelo na seção Trend Watch do site.
Em entrevista ao “i-D Online”, Billie falou sobre estilo e o porquê do seu cabelo raspado: “Minha irmã estava fazendo um molde de alginato do meu rosto para um projeto de arte da escola e aquilo escorreu pro meu cabelo e ficou duro. Depois de algumas horas tentando de tudo, desde passar pasta de amendoim até enfiar a minha cabeça no congelador, eu decidi que a única coisa a se fazer era raspar tudo. (…) Minha mãe ficou feliz, ela queria meninos e não meninas, e sempre projetou isso em mim; passei a maior parte da vida com cabelo curto, roupas de meninos e um brinco só, então não foi uma mudança muito grande”.
Veja na galeria algumas imagens do estilo e do trabalho de Billie Turnbull e fique de olho nessa londrina!
Fonte: FFW




