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sábado, 21 de janeiro de 2012

Balanço: Milan Men’s Fashion Week Inverno 2012/13

Milão continua clássica, sobretudo no inverno. A semana de moda masculina italiana terminou no dia17/01, com elementos típicos do frio. Mas para alguns, a austeridade da moda traduzia a sensação causada pelo cenário econômico da Europa.

Cores sóbrias e formas clássicas marcaram os desfiles, que apesar do clima, tiveram tecidos luxuosos e uma elegância rebuscada, na tentativa de sobrepor o caos financeiro com uma imagem pungente. Vide o desfile de Prada, que levou modelos old-school e famosos atores de Hollywood, como Adrien Brody e Tim Roth, para apresentar a coleção sob uma atmosfera de poder.

Entre as sacadas que prometem aparecer na temporada, há alguns itens que vêm de outros tempos, caso dos smokings e das calças amplas, além das texturas e cores típicas da estação, como preto, cinza, marrom e azul. Porém, alguns itens novos aparecem em sequência nos shows de lá: jaquetas bomber moderninhas, maxicasacos e um mix inusitado de estampas e tecidos em alguns looks. Veja o balanço que resume mais de 700 looks e fique ligado! A semana de moda masculina de Paris começou dia 18/1 e o SPFW estreou no dia 19/1.

+ Balanço: Fashion Rio Inverno 2012

Jaquetas bomber

Z.Zegna, Bottega Veneta, Dsquared2, John Varvatos, Diesel Black Gold e Vivienne Westwood

Maxicasacos

Z.Zegna, Dolce & Gabbana, Versace, Roberto Cavalli, Calvin Klein e Pringle Of Scotland

Marrons e pretos

Canali, Calvin Klein, Gucci, Prada, Jil Sander e Vivienne Westwood

Cinzas e azuis

Canali, Prada, Versace, Roberto Cavalli, Calvin Klein e Diesel Blaxck Gold

Texturas

Canali, Emporio Armani, Dolce & Gabbana, Salvatore Ferragamo, Burberry Prorsum e Gucci

Couros

Roberto Cavalli, Calvin Klein, Jil Sander, Bottega Veneta, Emporio Armani e Giorgio Armani

Calças amplas

Vivienne Westwood, Calvin Klein, Dolce & Gabbana, Gucci, Giorgio Armani e Roberto Cavalli

Mix & match

Giorgio Armani, Moschino, Dolce & Gabbana, Vivienne Westwood, Prada e Versace

Novos clássicos

Vivienne Westwood, Dolce & Gabbana, Bottega Veneta, Canali, Giorgio Armani e Prada

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Devendra Banhart – Foolin

Devendra Banhart nunca foi conhecido por ser muito convencional. O cantor americano criado na Venezuela é um dos grandes nomes do gênero New Weird America (literalmente “Nova América Estranha”), um movimento de freaks que mistura indie, folk e psicodelia. Fã de música brasileira, seu som sempre misturou diversas tendências e sempre acaba surpreendendo o público.

E quando temos certeza que podemos esperar qualquer coisa dele, o clipe Foolin é lançado. Foi um dos vídeos mais falados de 2010, com sadomasoquismo explícito e sangue em boa parte de seus dois minutos e 18 segundos. Ainda assim, o diretor Isaiah Seret conseguiu fazer uma obra leve, apesar dos temas, com uma boa interpretação de Devendra e um clima de gozação que não nos deixa levar o clipe a sério. É tudo bizarro demais e a música muito divertida para que o conteúdo grotesco chegue a ofender de fato.

Ainda assim, vale deixar a dica que o vídeo não é recomendado para menores de 18 anos.


sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Janelle Monáe brilha em show dançante no Rock in Rio

Cantora é considerada a maior surpresa do Rock in Rio 2011; Janelle foi aposta "ousada" do festival de rock do Rio
Da Redação
Os Paparazzi
Janelle Monáe show Rock in Rio (Foto: Divulgação)
Como foi o show de Janelle Monáe
A jovem cantora Janelle Monáe, de 25 anos, foi a aposta mais ousada do Rock in Rio 2011. E Janelle Monáe não decepcionou. Pelo contrário. Brilhou! A estrela do soul pop fez show dançante e impecável na noite desta quinta-feira, 29, no Palco Mundo da Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. O show começou às 20h15, com o público um pouco desconfiado. "Quem é Janelle Monáe?", questionavam alguns. E a cantora mostrou por que foi comparada a Amy Winehouse após abertura de show aqui mesmo, no Brasil, em novembro do ano passado.

Pouco conhecida no Brasil apesar de esse ser seu segundo show no país em menos de um ano, Janelle Monáe triunfou em sua apresentação no Palco Mundo. Tímida no início, a platéia foi sendo conquistada pouco a pouco e explodiu nas últimas faixas do repertório, uma sequência com “I Want You Back” dos Jackson 5 e os três maiores sucessos da cantora.

Pensado como uma história única divida em quatro “atos”, o show soa bem menos conceitual do que aparenta no início. Envolta numa capa preta e acompanhada por dois dançarinos, Janelle entra no palco depois de uma introdução instrumental e logo emenda“Dance Or Die“, se mostrando de calça preta e camisa branca de alfaiataria.
A partir daí, Janelle vira uma gigante, cantando e dançando com excelência, enquanto vai vencendo aos poucos a resistência do público. Como o disco, o show quase não tem paradas, fazendo “Faster” e “Locked Inside” parecerem uma música só. Depois de um breve interlúdio instrumental, a segunda parte é aberta com uma boa versão “Take Me With U” de Prince, que acabou funcionando como um consolo pelo recente cancelamento do show do cantor no Brasil. Voltando ao repertório autoral,“Sincerely, Jane” foi a primeira a ter uma resposta maior da platéia, que vibrou com a encenação de Janelle matando os monstros-dançarinos, encerrada por um moonwalk.

Como acontece nos shows dessa turnê, Janelle pintou uma tela ao vivo (no caso, uma forma feminina e a palavra “love”) enquanto cantava “Mushroom & Roses”, uma balada psicodélica que destoa do ritmo mais acelerado do resto do repertório.

“I Want You Back” dos Jackson 5 deu início a parte final do show e acendeu de vez o público, que aplaudia e gritava cada vez mais forte. O cover deixa mais clara a impressão que a música de Janelle funciona como um grande elogio a um passado mais cerebral da música americana, de Michael, de Prince e do próprio Stevie Wonder, que fechou o Palco Mundo na última quinta (29/09). Mesmo não ainda tendo um repertório tão sólido quanto seus mestres, a cantora tem ambição e talento o suficiente para trilhar uma carreira tão brilhante quanto eles.

Com a platéia na mão, Janelle mandou na sequencia “Cold War” e “Tightrope”, seu dois maiores hits, e foi ovacionada. Mais roqueira, a primeira teve direito a um incrível solo do guitarrista Kelindo Parker. Na segunda, a falta de uma voz masculina para fazer os versos de Big Boi do Outkast foi bastante sentida, fazendo a cantora quase perder o fôlego no meio do segundo verso da música.

O final, com “Come Alive (The War Of The Roses)”, foi apoteótico, com Janelle simulando a morte dela mesma e a de sua trupe. Sem conseguir fazer que o público se abaixasse, a cantora montou nas costas de um dos dançarinos e invadiu a área em frente ao palco, bem no meio do público.











Adorei!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Editorial: Uncovered


Rag & Bone


James Long knitwear


James Long top


Issey Miyake jacket


Rag & Bone trousers


Gaspard Yurkievich top, Galliano trousers


Rag & Bone coat on cover

Dazed By Youth // New faces by Collier Schorr











Gareth Pugh S/S 2012

Strong, striking and structured Gareth Pugh’s spring collection demanded your attention from the very first look. With a bombastic pre-show film starring Crystal Renn setting the mood, Pugh created an atmosphere of pure drama. Just when you thought things couldn’t get any wilder they did and with each successive piece he upped the ante. Criss-crossing cubes of transparent netting adorned the first few dresses, garnering gasps from the audience, while the Phillip Treacy masks of the finale had Paris’ most jaded fashionistas clapping. Intense graphics were the collections dominant motif: stripes and armour-like adornments added interest to the ensembles, particularly those perilous wedges destined for editorial greatness. Pugh has always been able to move his audience, but this season’s blend of theatricality and craftsmanship ranks among spring’s finest.
Gareth Pugh
Spring/Summer 2012

Photos: Stephan Moskovic
Text: Janelle Okwodu

Casting: Kannon Rajah
Stylist: Katie Shillingford
Makeup: Alex Box
Hair: Martin Cullen
Video wall: Ruth Hogben