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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Janelle Monáe brilha em show dançante no Rock in Rio

Cantora é considerada a maior surpresa do Rock in Rio 2011; Janelle foi aposta "ousada" do festival de rock do Rio
Da Redação
Os Paparazzi
Janelle Monáe show Rock in Rio (Foto: Divulgação)
Como foi o show de Janelle Monáe
A jovem cantora Janelle Monáe, de 25 anos, foi a aposta mais ousada do Rock in Rio 2011. E Janelle Monáe não decepcionou. Pelo contrário. Brilhou! A estrela do soul pop fez show dançante e impecável na noite desta quinta-feira, 29, no Palco Mundo da Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. O show começou às 20h15, com o público um pouco desconfiado. "Quem é Janelle Monáe?", questionavam alguns. E a cantora mostrou por que foi comparada a Amy Winehouse após abertura de show aqui mesmo, no Brasil, em novembro do ano passado.

Pouco conhecida no Brasil apesar de esse ser seu segundo show no país em menos de um ano, Janelle Monáe triunfou em sua apresentação no Palco Mundo. Tímida no início, a platéia foi sendo conquistada pouco a pouco e explodiu nas últimas faixas do repertório, uma sequência com “I Want You Back” dos Jackson 5 e os três maiores sucessos da cantora.

Pensado como uma história única divida em quatro “atos”, o show soa bem menos conceitual do que aparenta no início. Envolta numa capa preta e acompanhada por dois dançarinos, Janelle entra no palco depois de uma introdução instrumental e logo emenda“Dance Or Die“, se mostrando de calça preta e camisa branca de alfaiataria.
A partir daí, Janelle vira uma gigante, cantando e dançando com excelência, enquanto vai vencendo aos poucos a resistência do público. Como o disco, o show quase não tem paradas, fazendo “Faster” e “Locked Inside” parecerem uma música só. Depois de um breve interlúdio instrumental, a segunda parte é aberta com uma boa versão “Take Me With U” de Prince, que acabou funcionando como um consolo pelo recente cancelamento do show do cantor no Brasil. Voltando ao repertório autoral,“Sincerely, Jane” foi a primeira a ter uma resposta maior da platéia, que vibrou com a encenação de Janelle matando os monstros-dançarinos, encerrada por um moonwalk.

Como acontece nos shows dessa turnê, Janelle pintou uma tela ao vivo (no caso, uma forma feminina e a palavra “love”) enquanto cantava “Mushroom & Roses”, uma balada psicodélica que destoa do ritmo mais acelerado do resto do repertório.

“I Want You Back” dos Jackson 5 deu início a parte final do show e acendeu de vez o público, que aplaudia e gritava cada vez mais forte. O cover deixa mais clara a impressão que a música de Janelle funciona como um grande elogio a um passado mais cerebral da música americana, de Michael, de Prince e do próprio Stevie Wonder, que fechou o Palco Mundo na última quinta (29/09). Mesmo não ainda tendo um repertório tão sólido quanto seus mestres, a cantora tem ambição e talento o suficiente para trilhar uma carreira tão brilhante quanto eles.

Com a platéia na mão, Janelle mandou na sequencia “Cold War” e “Tightrope”, seu dois maiores hits, e foi ovacionada. Mais roqueira, a primeira teve direito a um incrível solo do guitarrista Kelindo Parker. Na segunda, a falta de uma voz masculina para fazer os versos de Big Boi do Outkast foi bastante sentida, fazendo a cantora quase perder o fôlego no meio do segundo verso da música.

O final, com “Come Alive (The War Of The Roses)”, foi apoteótico, com Janelle simulando a morte dela mesma e a de sua trupe. Sem conseguir fazer que o público se abaixasse, a cantora montou nas costas de um dos dançarinos e invadiu a área em frente ao palco, bem no meio do público.











Adorei!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Gareth Pugh S/S 2012

Strong, striking and structured Gareth Pugh’s spring collection demanded your attention from the very first look. With a bombastic pre-show film starring Crystal Renn setting the mood, Pugh created an atmosphere of pure drama. Just when you thought things couldn’t get any wilder they did and with each successive piece he upped the ante. Criss-crossing cubes of transparent netting adorned the first few dresses, garnering gasps from the audience, while the Phillip Treacy masks of the finale had Paris’ most jaded fashionistas clapping. Intense graphics were the collections dominant motif: stripes and armour-like adornments added interest to the ensembles, particularly those perilous wedges destined for editorial greatness. Pugh has always been able to move his audience, but this season’s blend of theatricality and craftsmanship ranks among spring’s finest.
Gareth Pugh
Spring/Summer 2012

Photos: Stephan Moskovic
Text: Janelle Okwodu

Casting: Kannon Rajah
Stylist: Katie Shillingford
Makeup: Alex Box
Hair: Martin Cullen
Video wall: Ruth Hogben